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publicado por dengue DENGUE, em 01.12.10 às 00:33link do post | favorito
Retiro o manto de Morfeu
Ainda com as retinas estranhando velhas cores, renasço
Anestesiado e contido pela densidade
Minha mente contrasta meus ímpetos
Tênue limite orgânico
Pássaros não voam o tempo todo
Tampouco lagartas estão fadadas ao chão
Nenhum faraó retornou de seu leito embalsamado
Pois o amor altruísta faz vítimas
Se retornassem estariam sempre perdidos no tempo
Talvez aprenderiam tudo novamente
Talvez aprenderam e por isso permanecem em seu sono eterno

de: Rei

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